quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A REUSABILIDADE DOS OBJETOS DE APRENDIZAGEM

A reusabilidade dos objetos de aprendizagem

 http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/quimica/0011.html

Any Bernstein
Professora associada da Fundação Cecierj

Objetos de aprendizagem    

Na internet encontramos diversos recursos digitais – sob a forma de vídeo, áudio, textos, animações – que podem ser usados, reutilizados ou referenciados durante uma aula. Essas entidades digitais podem ser vistas como matérias-primas para pequenos blocos de informação autônomos que, quando recebem aplicações específicas, formam os chamados objetos de aprendizagem (Wiley, 2000).
Qualquer material eletrônico reutilizável que facilita a construção de conhecimento poderia ser considerado um objeto de aprendizagem, seja em forma de imagem, vídeo, animação ou simulação. Originalmente os objetos de aprendizagem foram concebidos como solução eficiente para os problemas de padronização na apresentação, da mesma forma que o html formatou as páginas da web. Isso permitiria a redução de custo de desenvolvimento de conteúdo digital devido à sua reutilização sem gastos com novos investimentos no mesmo tema, beneficiando tanto professores quanto alunos no ensino presencial ou a distância.
Desde a sua criação, pesquisadores fizeram o uso de metáforas para conceituar o que seriam e qual seria o comportamento de um objeto de aprendizagem (Hodgins). Foram comparados ao Lego, num esforço de comunicar a ideia básica e de colocar de forma amigável a nova tecnologia instrucional para mais facilmente entender o que seriam esses pedaços de instrução, que podem ser montados, empilhados em uma estrutura maior e reutilizados em outras estruturas instrucionais. Qualquer bloco de Lego é combinado com outro, surgindo sempre novas composições que podem adquirir formas diferentes.

http://www.flickr.com/photos/seven13avenue/2080281038/

O paradoxo da reusabilidade

Na medida em que os objetos de aprendizagem começaram a ser produzidos e aplicados, uma das questões que surgiram foi: que tamanho um objeto de aprendizagem deveria ter para que pudesse ser reutilizado? Pacotes informacionais “grandes” ensinam melhor, mas à medida que se atribui a eles contextos específicos, sua aplicação ficará mais restrita, e eles tornam-se pouco reutilizáveis. Assim, quanto mais simples for a material bruto, mais fácil será associá-lo a um contexto e mais universal será sua aplicação. Ao mesmo tempo, quando são muito pequenos não ensinam bem – o que faz com que ninguém os reutilize.
Outra discussão sobre a reutilização dos objetos de aprendizagem passa pelo direito de criação de obras derivadas. Em que medida o conteúdo de um arquivo pode ser modificado por outra pessoa quando objetos de aprendizagem são agregados ao redor de um objetivo informacional comum, originando aulas completas, unidades, capítulos de livros? E como ficará quando esses agregados forem reunidos para compor livros, cursos, filmes ou histórias?

Objetos de aprendizagem como fontes abertas de informação

A ideia original de objetos de aprendizagem, em que conteúdos educacionais das disciplinas eram “quebrados” em pequenos trechos para que pudessem ser reutilizados em ambientes de aprendizagem diversos, levou ao conceito mais atual de “fonte educacional aberta” (open education resource). A fonte aberta foi definida pela conferência da Unesco em 2002 como “materiais que podem ser consultados e adaptados por uma comunidade”, sem fins comerciais; os exemplos são: palestras, referências, leituras, simulações, experimentos e demonstrações, assim como manuais técnicos. O conceito mais amplo abrange conteúdos curriculares e até apresentações em seminários.
Com as facilidades adicionais introduzidas pelas licenças de “programas livres”, cobertos por contratos de licenciamento em rede, o professor passou a ter acesso a recursos da internet que permitem a edição de imagem e som em animações, modelagens, simulações, visualizações tridimensionais de moléculas, que facilitam o entendimento do aluno acerca de conceitos abstratos.
Um exemplo brasileiro de construção de objetos de aprendizagem para todos os níveis educacionais é o Banco Internacional de Objetos Educacionais – uma iniciativa do MEC em parcerias com universidades que objetiva a produção e publicação na web de conteúdos digitais com acesso gratuito. Tais conteúdos associam o potencial da informática às novas abordagens pedagógicas.
No Laboratório Didático Virtual (Labvirt), uma iniciativa da Universidade de São Paulo, é possível encontrar simulações feitas pela equipe a partir de roteiros de alunos de Ensino Médio das escolas da rede pública;
Outro repositório de materiais didáticos importante é o Teca, portal de conteúdos produzidos pela Fundação Cecierj; reúne imagens, animações, vídeos, áudios com uso liberado para o público. Nesses repositórios, os interessados podem se inscrever e acessar o material didático sem custo, e o professor pode confiar que tais materiais sofrem revisão pelos pares, ou seja, não devem conter erros conceituais.
A meta que se pretende atingir disponibilizando esses conteúdos digitais para professores, instituições educacionais e alunos como fonte aberta de informação é melhorar a qualidade do material didático e facilitar o entendimento de conteúdos considerados de difícil aprendizagem por meio de livros-texto.

Objetos de aprendizagem e os direitos autorais

As licenças livres criaram um ambiente propício à concretização de projetos colaborativos em que diferentes usuários compartilham suas criações com outros e a criação intelectual coletiva desafiou os paradigmas dos direitos autorais, pondo em xeque os conceitos de autor, titularidade, edição e até mesmo de obra.
Um dos exemplos mais relevantes, criado em 2001 com base nesses preceitos, foi a Wikipédia, enciclopédia online em que é possível a qualquer internauta fazer alteração em qualquer verbete de modo a torná-lo mais preciso ou mais completo, de acordo com sua informação complementar. A Wikipédia pode ser considerada não mais uma obra coletiva, mas sim uma obra de criação intelectual colaborativa, que incentiva e que permite que o mundo globalizado trabalhe de maneira mais solidária.
Algumas vezes o professor faz uso de mídias adaptando-as ao contexto específico de uma aula; a fonte de informação é a internet, mas ele não tem o cuidado de verificar a confiabilidade dela nem de citá-la. Os alunos se impressionam com páginas bonitas, que exibem mais imagens, animações, sons. As imagens animadas exercem um fascínio semelhante ao do cinema, vídeo ou televisão. Os lugares menos atraentes visualmente costumam ser deixados para segundo plano, o que acarreta às vezes perda de informações de grande valor. É importante tomar esse cuidado, já que na internet é possível postar todo tipo de informação, e muitas vezes a forma colorida e animada escamoteia conceitos totalmente truncados que não passariam pela revisão de um especialista.
Sem a ajuda do professor, os estudantes tendem a perder-se entre tantas conexões possíveis; passam a ter dificuldade de identificar o que é uma informação confiável e de traçar relações significativas entre a informação e o assunto objeto da pesquisa. Os alunos tendem a dispersar-se diante de tantas conexões possíveis, de endereços dentro de outros endereços, de imagens e textos que se sucedem ininterruptamente.
Por outro lado, a questão dos direitos autorais aplicáveis a materiais criativos baseados em outros só teve regulamentação em 2001, tanto nas artes quanto nas ciências, graças ao conjunto de regras adotadas internacionalmente, denominado Creative Commons. As suas várias modalidades de licenças regulamentam o trabalho colaborativo no qual os autores, consultados individualmente, permitem (ou não) que haja uso, reprodução ou criação de obras derivadas, desde que feitas sem fins comerciais e que lhes seja dado crédito. Surgiu, assim, a forma legítima de expandir a quantidade de obras criativas disponíveis ao público, permitindo criar outras obras sobre elas, compartilhando-as.

Inserindo tecnologia em sala de aula

Apesar da variedade de tecnologias disponíveis nos colégios das redes particulares e públicas de ensino, notamos que o professor continua escrevendo o conteúdo de suas aulas expositivas em um quadro-negro e os alunos o copiam em seus cadernos.  Para que isso se modifique, cada docente deve encontrar a forma confortável de introduzir paulatinamente as tecnologias no ensino como elemento facilitador do aprendizado.
Podemos considerar um avanço que atualmente muitas escolas da rede pública de ensino do Rio de Janeiro tenham laboratório de informática com computadores ligados à rede. Porém a utilização do laboratório de informática ou de uma sala de vídeo envolve a operação técnica dessas novas tecnologias, e um dos entraves para o professor está em dominar minimamente essas operações e as novas linguagens.
As diversas informações originadas na internet sob a forma de textos e imagens implicam o domínio do uso, a compreensão e a utilização dessas novas linguagens e uma nova maneira de empregá-las corretamente. Existem dois grandes grupos de professores: uns que se arriscam a utilizar os meios tecnológicos de imediato, mas não foram capacitados para tal; o outro grupo não utiliza os recursos disponíveis por insegurança na manipulação da aparelhagem ou do aplicativo e/ou por receio de que o uso desses recursos possa resultar, no futuro, na perda do seu emprego. O professor precisa perder o medo; ele pode fazer com o vídeo do mesmo modo que ele interfere num texto escrito, modificando-o, acrescentando novos dados, novas interpretações, contextos mais próximos do aluno.
É importante que o professor não se sinta ameaçado em seu papel de intermediar e orientar o aluno nesse processo e seja desafiado a romper as barreiras que o impedem de introduzir tecnologias na sala de aula, no seu dia a dia, diante de situações concretas em suas turmas: grande número de alunos, a quantidade e a duração das aulas semanais e a falta de apoio institucional.

Bibliografia

MORAN, J. M. Comunicação & Educação. São Paulo, ECA/Moderna, v. 2, p. 27-35, 1995.
PRENSKY, M. Digital natives, digital immigrants. On the Horizon, v. 9 (5), p. 1-6, 2001. Disponível em: http://www.scribd.com/doc/9799/Prensky-Digital-Natives-Digital-Immigrants-Part1. Acesso em dezembro de 2011.
UNESCO. Unesco promotes new initiative for free educational resources at
Internet. 2002. Disponível em: http://www.unesco.org/education/news_en/080702_free_edu_ress.shtml. Acesso em dezembro de 2011.
WILEY, D. Connecting learning objects to instructional design theory: A definition, a metaphor, and a taxonomy. Digital Learning Environment, 2000.
WILEY, D. The Current State of Open Educational Resources. 2006. Disponível em: http://opencontent.org/docs/oecd-report-wiley-fall-2006.pdf. Acesso em dezembro 2011.
Publicado em 17/01/2012

terça-feira, 22 de novembro de 2011

1º CAFÉ COM PROSA DO POLO CEDERJ/UAB DE NATIVIDADE

Café com PROSA



O Café com PROSA surge do entendimento que o processo de formação profissional é algo contínuo e que a educação continuada representa o conceito e a filosofia de que "estamos sempre aprendendo”

Deste modo, a busca de complementos educacionais mais especializados seria uma definição decorrente da relação profissional/trabalho e da maturidade alcançada no desempenho dessa atividade, seja pelo movimento pessoal do trabalhador, seja pela recomposição das práticas onde ele estaria inserido.

Por assim o ser o Projeto PROSA incita seus participantes a vivenciarem a educação continuada como uma atitude favorável ao crescimento profissional, ou seja, as pessoas podem e devem estar abertas a novas idéias, decisões, habilidades ou comportamentos e tem como princípios



• Todo grupo social é educativo;

• O conhecimento se origina nas necessidades ou problemas sociais dentro de um grupo;

• A educação é um processo contínuo e universal;

• A educação é um processo dinâmico e ordenador do pensamento;

OBJETIVOS

Tendo em vista o marco de referência e os princípios explicitados, o Café com PROSA busca alcançar os seguintes objetivos:

    Articular instituições acadêmicas visando o planejamento e desenvolvimento conjunto da ações de promoção da saúde para grupos vulneráveis;

    Desenvolver experiências pedagógicas que facilitem a reflexão sobre as práticas de saúde empreendidas e sua re-atualização, considerando as mudanças no perfil epidemiológico e na consciência sanitária dos cidadãos;

    Apoiar o desenvolvimento da qualificação profissional de acadêmicos e egressos de cursos da área da saúde;

    Difundir informações atualizadas no campo da saúde coletiva na área de Fisioterapia, desenvolvendo estratégias pedagógicas que estimulem e facilitem a discussão e apropriação desses conhecimentos pelos demais agentes das práticas de saúde;

    Viabilizar, em tomo dos temas de saúde coletiva, a participação de diferentes segmentos profissionais, envolvidos direta ou indiretamente com a questão saúde, em níveis compatíveis com cada atividade, respeitando a característica de cada um.











Ler mais: http://prosaufc.webnode.com.br/cafe-com-prosa/


Sábado, Junho 05, 2010


Entrevista com um Tuareg realizada por : Victor – M. Amela

http://cronicasdofrank.blogspot.com/2010/06/entrevista-com-um-tuareg-realizada-por.html 
A Moussa Ag Assarid
Não sei a minha idade .
Nasci no deserto do Saara sem documentos .
Nasci em um acampamento de nômades Tuareg entre Timbuctu e Gao , ao norte de Mali .
Fui pastor de camelos , cabras , cordeiros e vacas do meu pai . Hoje estudo gestão na Universidade de Montpellier .
Estou solteiro .
Defendo os pastores Tuareg .
Sou muçulmano , sem fanatismo .

- Que turbante , tão formoso .

- É uma fina tela de algodão : permite tapar o rosto no deserto , e continuar a ver e respirar através dele .

- É e um azul belíssimo !

- Nós os Tuaregs , somos chamados de homens azuis por isso ; o tecido solta alguma tinta e nossa pele adquire tons azulados .

- Como conseguem este tom de anil ?

- Com uma planta chamada índigo , mesclada com outros pigmentos naturais .
Para os Tuaregs o azul é a cor do mundo .

-Por que ?

- É a cor dominante . É a cor do céu , do teto da nossa casa .

- Quem são os Tuaregs ?

- Tuareg significa “ abandonados “ , por que somos um velho povo nômade do deserto , solitários e orgulhosos : “ Senhores do deserto “ , é como nos chamam . Nossa etnia é a amasigh ( bereber ) , e o nosso alfabeto , o tifinagh .

- Quantos são ?

- Uns três milhões , e a maioria permanece nômade . Mas a população diminuiu .
“ É preciso que um povo desapareça para que saibamos que ele existiu “ : Apregoava um sábio . Eu luto para preservar este povo .

- A que se dedicam ?

- Pastoreamos rebanhos de cabras , camelos , cordeiros , vacas e asnos num reino de imensidão e silêncio.

- O deserto é realmente tão silencioso?

- Quando se está sozinho naquele silêncio , ouve-se o batimento do próprio coração . Não há lugar melhor para se estar sozinho .

- Quais recordações de sua infância você conserva com mais nitidez?

- Desperto com a luz do sol e ali estão as cabras de meu pai . Elas nos dão leite e carne , nós as levamos onde há água e pasto …
Assim fizeram meu bisavô , meu avô e meu pai…. e eu .
Não havia outra coisa no mundo além disso . E eu era muito feliz com isso .

- De fato ! Não parece muito estimulante …

- Mas é muito ! Aos 7 anos já te deixam afastar-se do acampamento para que aprendas coisas importantes : farejar o ar , escutar , apurar a vista , e as estrelas …
E a deixar-se levar pelo camelo , se você se perder . Ele e levará onde há água .

-Saber isso é valioso , sem dúvida …

- Ali tudo é simples e profundo .
Existem muito poucas coisas . E cada uma tem um enorme valor !

- Então esse mundo e aquele são muito diferentes ?

- Ali cada pequena coisa te proporciona felicidade . Cada toque é valorizado . Sentimos uma enorme alegria pelo simples fato de nos tocarmos e estarmos juntos . Ali ninguém sonha com chegar a ser , por que cada um já o é .

- O que mais o chocou em sua primeira viagem á Europa ?

- Ver as pessoas correndo pelo aeroporto . No deserto só se corre quando vem uma tempestade de areia . Me assustei ! É claro !

-Eles iam apenas buscar suas malas …

- Sim ! Era isso . Também vi cartazes de mulheres nuas . Me perguntei : por que esta falta de respeito para com a mulher ?
Depois no Íbis Hotel , vi a primeira torneira da minha vida , vi a água correndo e senti vontade de chorar …

-Que abundância ! Que desperdício ! Não ?

-Todos os dias da minha vida consistiam-se em procurar água .
Quando vejo as fontes ornamentais aqui e acolá , continuo sentindo por dentro uma dor tão intensa …

- Tanto assim ?

-Sim ! No começo dos anos 90 houve uma grande seca . Morreram animais e nós também adoecemos . Eu tinha uns 12 anos e minha mãe morreu .
Ela era tudo para mim !
Me contava histórias e ensinou-me a conta-las muito bem .
Ela me ensinou a ser eu mesmo .

- O que sucedeu com a sua família ?

- Convenci meu pai que me deixasse ir á escola .
Quase todo dia caminhava 15 km . Até que um dia o professor me arranjou um lugar para dormir e uma senhora me dava o que comer , quando eu passava em frente á sua casa . Entendi que esta ajuda vinha da minha mãe .

- De onde surgiu este desejo de estudar?

- Uns dois anos antes havia passado pelo nosso acampamento o rally Paris- Dakar , e uma jornalista havia deixado cair um livro da sua mochila . Eu o apanhei e o entreguei . Ela me deu o mesmo de presente . Era um exemplar do pequeno Príncipe e eu me prometi que um dia consiguiria lê-lo .

- E conseguiu ?

_ Foi assim que consegui uma bolsa de estudos na França .

-Um Tuareg na Universidade !

- Ah ! o que mais sinto falta aqui é o leite de camela … E o calor da fogueira , e de andar com os pés descalços na areia quente . Lá nós olhamos as estrelas todas as noites e cada estrela é diferente das outras como cada cabra é diferente . Aqui á noite , você olha para a TV.

- Sim ! E o que voce acha pior aqui ?

-Voces tem tudo , mas não acham suficiente . Vocês se queixam . Na França passam a vida reclamando ! Aprisionam-se pelo resto da vida á uma dívida bancária , num desejo de possuir tudo rápidamente …
No deserto não há congestionamentos e você sabe por que ?
Por que lá ninguém quer ultrapassar ninguém !

- Conte-me um momento de extrema felicidade no seu deserto distante .

- Todo dia , duas horas antes do pôr-do-sol : a temperatura abaixa , mas ainda não chegou o frio , e os homens e os animais , lentamente voltam para o acampamento e seus perfis são recortados em um céu cor-de-rosa , azul , vermelho , amarelo , verde …

- Fascinante , na verdade …

- É um momento mágico . Entramos todos na cabana e colocamos o chá para ferver .
Sentamo-nos em silêncio a ouvir a ebulição …
A calma invade todos nós e o nosso coração bate no ritmo da fervura …

- Que paz !

AQUI VOCES TEM RELÓGIO , LÁ NÓS TEMOS TEMPO !!!










1º CAFÉ COM PROSA DO POLO CEDERJ/UAB DE NATIVIDADE







quarta-feira, 9 de novembro de 2011

NATIVIDADE = 15 vagas para PEDAGOGIA/UNIRIO - VESTIBULAR 2012.1

NATIVIDADE TEM ENSINO SUPERIOR A DISTÂNCIA SEMIPRESENCIAL DE QUALIDADE:



“Pedagogia e Matemática”
Com o apoio da Sociedade, da Prefeitura, das IES, dos Alunos e Professores podemos crescer e trazer novos cursos para nosso Município, pois somos um povo com tradições culturais, religiosas e ecológicas que se destacam no Noroeste Fluminense. Só ter Pedagogia e Matemática não basta, é preciso História, Turismo, Administração Pública, e outros mais. Para crescermos temos que divulgar e valorizar esta instituição nas esferas socioeducacionais e políticas


Consórcio Cederj:
www.cederj.edu.br
PÓLO CEDERJ/UAB DE NATIVIDADE

Foram prorrogadas, até o dia 16 de novembro, as inscrições para 5.433 vagas (aumentou o nº de vagas) : NATIVIDADE =  
15 vagas para PEDAGOGIA/UNIRIO


TEMOS TAMBÉM PRÉ-VESTIBULAR SOCIAL CEDERJ
NO CE Flávio Ribeiro de Rezende

TEMOS QUE LUTAR PARA PERPETUAR ESTA IMPORTANTE CONQUISTA NA SOSSA CIDADE
Ainda está em tempo de se inscrever para o Vestibular Cederj e buscar uma chance de ingressar em uma das instituições públicas de ensino superior do Rio de Janeiro. Foram prorrogadas, até o dia 16 de novembro, as inscrições para 5.433 vagas (aumentou o nº de vagas) em cursos de educação a distância (EAD), oferecidos gratuitamente pela Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro – Cecierj / Consórcio Cederj - formado pela UENF, UERJ, UFF, UFRJ, UFRRJ, UNIRIO e CEFET.

As instituições de ensino público vinculadas ao consórcio são: a Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), a Universidade Federal Fluminense (UFF), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e o Centro Federal de Educação Tecnólogica Celso Suckow da Fonseca (CEFET/RJ), sendo este recentemente integrado ao consórcio.
Os cursos de graduação a distância oferecidos pelos polos regionais do Cederj são os de Administração, Administração Pública, Licenciatura em Ciências Biológicas, Licenciatura em Física, Licenciatura em História, Licenciatura em Letras, Licenciatura em Matemática, Licenciatura em Pedagogia, Licenciatura em Química, Licenciatura em Turismo, Tecnologia em Sistemas de Computação e Tecnologia em Turismo.
A pré-inscrição no sistema de cotas será apenas para os cursos de Licenciatura em Ciências Biológicas (UERJ e UENF), Licenciatura em Pedagogia (UERJ) e Licenciatura em Química (UENF). Todos os cursos terão início no primeiro período letivo de 2012, na modalidade de Educação a Distância, em regime semipresencial.



O Pré-Vestibular Social (PVS) é um curso preparatório para as provas de acesso às universidades, uma iniciativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro, através de sua Secretaria de Ciência e Tecnologia e da Fundação CECIERJ.


Período de inscrições: 08.12.2011 a 08.02.2012.





O PVS é dirigido a interessados que já concluíram ou estão frequentando o último ano do Ensino Médio ou equivalente e que desejam realizar as provas de acesso às universidades, mas que não têm condições de arcar com os custos dos cursos preparatórios particulares.

O PVS é totalmente gratuito, inclusive o material didático.
POLO DE NATIVIDADE: (22)38414080
polonatividade@gmail.com
www.flogao.com.br/polocederjuabnat
polocederjuabnat.blogspot.com

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

EXPERIMENTO PH DO PLANETA - PVS - NATIVIDADE - CEFRR

Experimento Global conduzido durante o Ano Internacional da Química - AIQ 2011 (http://quimica2011.org.br/), e integra uma série de eventos propostos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, aCiência e a Cultura (UNESCO) e pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC). No Brasil, as atividades estão sendo realizadas pelos órgãos representativos da Química Brasileira. A Sociedade Brasileira de Química (SBQ) está apresentando um conjunto de ideias e ações destinadas à melhoria da Educação e da Pesquisa em Química no país. Este experimento faz parte deste conjunto de ações, e é uma maneira da SBQ contribuir ativamente para o desenvolvimento de nossa sociedade e a preservação do planeta Terra, tendo como lema: QUÍMICA PARA UM MUNDO MELHOR.

Nesta atividade, os alunos irão coletar uma amostra de água proveniente de uma fonte natural local. Eles irão medir o pH da amostra, através da utilização de soluções indicadoras coloridas. Os valores médios provenientes dos resultados da turma deverão ser lançados no Banco de Dados Nacional do Experimento Global (Global Experiment Database), juntamente com informações sobre a amostra e a escola participante, através de um portal nacional de recebimento dos dados (portal QNInt da Sociedade Brasileira de Química.






PH do Planeta - Experimento Global
Escrito em 16.8.2011 por Equipe GreenNation

A atividade ”pH do Planeta” é parte do Experimento Global conduzido durante o Ano Internacional da Química - AIQ 2011, e integra uma série de eventos propostos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, aCiência e a Cultura (UNESCO) e pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC).
No Brasil, as atividades estão sendo realizadas pelos órgãos representativos da Química Brasileira. A Sociedade Brasileira de Química (SBQ) está apresentando um conjunto de ideias e ações destinadas à melhoria da Educação e da Pesquisa em Química no país. Este experimento faz parte desse conjunto de ações, e é uma maneira da SBQ contribuir ativamente para o desenvolvimento de nossa sociedade e a preservação do planeta Terra, tendo como lema: QUÍMICA PARA UM MUNDO MELHOR.

Nesta atividade, os alunos irão coletar uma amostra de água proveniente de uma fonte natural local. Eles medirão o pH da amostra, através da utilização de soluções indicadoras coloridas. Os valores médios provenientes dos resultados da turma serão lançados no Banco de Dados Nacional do Experimento Global (Global Experiment Database), juntamente com informações sobre a amostra e a escola participante, através de um portal nacional de recebimento dos dados (QNInt da Sociedade Brasileira de Química).
Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia
Veja também a descrição do Experimento Global (pdf).
E você? O que faz para preservar a água do planeta? Visite nossa área de Dicas e deixe a sua!

Escrito em 16.8.2011 por Equipe GreenNation
http://www.greennation.com.br/pt/post/1262/PH-do-Planeta-Experimento-Global