terça-feira, 6 de março de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
POLO CEDERJ DE NATIVIDADE CONECTADO NA INAUGURAÇÃO DO POLO CEDERJ DA ROCINHA-RJ
Governo vai inaugurar centro
de ensino superior e
primeira unidade do programa
primeira unidade do programa
Seja Profissional
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| Taíza, Lívia, Mª das Graças, Celeste, Felipe, Luciana, Maxileandro. |
Depois da pacificação, a educação. A Rocinha vai receber neste sábado, 4, um grande polo de conhecimento. O governador Sérgio Cabral e o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, vão inaugurar o polo Rocinha do Consórcio Cederj e a primeira unidade do programa Seja Profissional. A solenidade será realizada no Complexo Esportivo da Rocinha, a partir das 10h. Na ocasião, o governador fará uma palestra sobre o desenvolvimento fluminense, que será transmitida para os 32 polos do Cederj no Estado do Rio.
No polo do Consórcio Cederj vão estudar 190 alunos divididos em quatro cursos universitários gratuitos. Já o programa Seja Profissional vai oferecer o Ensino Fundamental, do 6º ao 9º ano, o Ensino Médio e cursos profissionalizantes, todos na modalidade semipresencial.
No polo do Consórcio Cederj vão estudar 190 alunos divididos em quatro cursos universitários gratuitos. Já o programa Seja Profissional vai oferecer o Ensino Fundamental, do 6º ao 9º ano, o Ensino Médio e cursos profissionalizantes, todos na modalidade semipresencial.
O Polo Cederj de Natividade esteve conectado à videoconferência e assistiu de seu laboratório de Informática os pronunciamentos do Governador e do Presidente do Cederj, bem como de outras autoridades político-educacionais envolvidas no acontecimento marcante.
Serviço
Inauguração da primeira unidade do Seja Profissional e do Polo Cederj Rocinha
Quando: neste sábado, 4, às 10h
Local: Complexo Esportivo da Rocinha - Rua Bertha Lutz, nº 85
Quando: neste sábado, 4, às 10h
Local: Complexo Esportivo da Rocinha - Rua Bertha Lutz, nº 85
www.cederj.edu.br
| FAÇA SUA INSCRIÇÃO PARA O PRÉ-VESTIBULAR SOCIAL ATÉ 08 02 2012 |
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
É Preciso encontrar o que você ama / Steve Jobs
Discurso de Steve Jobs na universidade Stanford
"Lembrar de que você vai morrer é a melhor maneira que conheço de evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder".
Leia o discurso completo:
É preciso encontrar o que você ama"
"Estou honrado por estar aqui com vocês em sua formatura por uma das melhores universidades do mundo. Eu mesmo não concluí a faculdade. Para ser franco, jamais havia estado tão perto de uma formatura, até hoje. Pretendo lhes contar três histórias sobre a minha vida, agora. Só isso. Nada demais. Apenas três histórias.
A primeira é sobre ligar os pontos.
Eu larguei o Reed College depois de um semestre, mas continuei assistindo a algumas aulas por mais 18 meses, antes de desistir de vez. Por que eu desisti?
Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era jovem e não era casada; estava fazendo o doutorado, e decidiu que me ofereceria para adoção. Ela estava determinada a encontrar pais adotivos que tivessem educação superior, e por isso, quando nasci, as coisas estavam armadas de forma a que eu fosse adotado por um advogado e sua mulher. Mas eles terminaram por decidir que preferiam uma menina. Assim, meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam um telefonema em plena madrugada ¿"temos um menino inesperado aqui; vocês o querem?" Os dois responderam "claro que sim". Minha mãe biológica descobriu mais tarde que minha mãe adotiva não tinha diploma universitário e que meu pai nem mesmo tinha diploma de segundo grau. Por isso, se recusou a assinar o documento final de adoção durante alguns meses, e só mudou de idéia quando eles prometeram que eu faria um curso superior.
Assim, 17 anos mais tarde, foi o que fiz. Mas ingenuamente escolhi uma faculdade quase tão cara quanto Stanford, e por isso todas as economias dos meus pais, que não eram ricos, foram gastas para pagar meus estudos. Passados seis meses, eu não via valor em nada do que aprendia. Não sabia o que queria fazer da minha vida e não entendia como uma faculdade poderia me ajudar quanto a isso. E lá estava eu, gastando as economias de uma vida inteira. Por isso decidi desistir, confiando em que as coisas se ajeitariam. Admito que fiquei assustado, mas em retrospecto foi uma de minhas melhores decisões. Bastou largar o curso para que eu parasse de assistir às aulas chatas e só assistisse às que me interessavam.
Nem tudo era romântico. Eu não era aluno, e portanto não tinha quarto; dormia no chão dos quartos dos colegas; vendia garrafas vazias de refrigerante para conseguir dinheiro; e caminhava 11 quilômetros a cada noite de domingo porque um templo Hare Krishna oferecia uma refeição gratuita. Eu adorava minha vida, então. E boa parte daquilo em que tropecei seguindo minha curiosidade e intuição se provou valioso mais tarde. Vou oferecer um exemplo.
Na época, o Reed College talvez tivesse o melhor curso de caligrafia do país. Todos os cartazes e etiquetas do campus eram escritos em letra belíssima. Porque eu não tinha de assistir às aulas normais, decidi aprender caligrafia. Aprendi sobre tipos com e sem serifa, sobre as variações no espaço entre diferentes combinação de letras, sobre as características que definem a qualidade de uma tipografia. Era belo, histórico e sutilmente artístico de uma maneira inacessível à ciência. Fiquei fascinado.
Mas não havia nem esperança de aplicar aquilo em minha vida. No entanto, dez anos mais tarde, quando estávamos projetando o primeiro Macintosh, me lembrei de tudo aquilo. E o projeto do Mac incluía esse aprendizado. Foi o primeiro computador com uma bela tipografia. Sem aquele curso, o Mac não teria múltiplas fontes. E, porque o Windows era só uma cópia do Mac, talvez nenhum computador viesse a oferecê-las, sem aquele curso. É claro que conectar os pontos era impossível, na minha era de faculdade. Mas em retrospecto, dez anos mais tarde, tudo ficava bem claro.
Repito: os pontos só se conectam em retrospecto. Por isso, é preciso confiar em que estarão conectados, no futuro. É preciso confiar em algo - seu instinto, o destino, o karma. Não importa. Essa abordagem jamais me decepcionou, e mudou minha vida.
A segunda história é sobre amor e perda.
Tive sorte. Descobri o que amava bem cedo na vida. Woz e eu criamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhávamos muito, e em dez anos a empresa tinha crescido de duas pessoas e uma garagem a quatro mil pessoas e US$ 2 bilhões. Havíamos lançado nossa melhor criação - o Macintosh - um ano antes, e eu mal completara 30 anos.
Foi então que terminei despedido. Como alguém pode ser despedido da empresa que criou? Bem, à medida que a empresa crescia contratamos alguém supostamente muito talentoso para dirigir a Apple comigo, e por um ano as coisas foram bem. Mas nossas visões sobre o futuro começaram a divergir, e terminamos rompendo - mas o conselho ficou com ele. Por isso, aos 30 anos, eu estava desempregado. E de modo muito público. O foco de minha vida adulta havia desaparecido, e a dor foi devastadora.
Por alguns meses, eu não sabia o que fazer. Sentia que havia desapontado a geração anterior de empresários, derrubado o bastão que havia recebido. Desculpei-me diante de pessoas como David Packard e Rob Noyce. Meu fracasso foi muito divulgado, e pensei em sair do Vale do Silício. Mas logo percebi que eu amava o que fazia. O que acontecera na Apple não mudou esse amor. Apesar da rejeição, o amor permanecia, e por isso decidi recomeçar.
Não percebi, na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que poderia ter acontecido. O peso do sucesso foi substituído pela leveza do recomeço. Isso me libertou para um dos mais criativos períodos de minha vida.
Nos cinco anos seguintes, criei duas empresas, a NeXT e a Pixar, e me apaixonei por uma pessoa maravilhosa, que veio a ser minha mulher. A Pixar criou o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é hoje o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. E, estranhamente, a Apple comprou a NeXT, eu voltei à empresa e a tecnologia desenvolvida na NeXT é o cerne do atual renascimento da Apple. E eu e Laurene temos uma família maravilhosa.
Estou certo de que nada disso teria acontecido sem a demissão. O sabor do remédio era amargo, mas creio que o paciente precisava dele. Quando a vida jogar pedras, não se deixem abalar. Estou certo de que meu amor pelo que fazia é que me manteve ativo. É preciso encontrar aquilo que vocês amam - e isso se aplica ao trabalho tanto quanto à vida afetiva. Seu trabalho terá parte importante em sua vida, e a única maneira de sentir satisfação completa é amar o que vocês fazem. Caso ainda não tenham encontrado, continuem procurando. Não se acomodem. Como é comum nos assuntos do coração, quando encontrarem, vocês saberão. Tudo vai melhorar, com o tempo. Continuem procurando. Não se acomodem.
Minha terceira história é sobre morte.
Quando eu tinha 17 anos, li uma citação que dizia algo como "se você viver cada dia como se fosse o último, um dia terá razão". Isso me impressionou, e nos 33 anos transcorridos sempre me olho no espelho pela manhã e pergunto, se hoje fosse o último dia de minha vida, eu desejaria mesmo estar fazendo o que faço? E se a resposta for "não" por muitos dias consecutivos, é preciso mudar alguma coisa.
Lembrar de que em breve estarei morto é a melhor ferramenta que encontrei para me ajudar a fazer as grandes escolhas da vida. Porque quase tudo - expectativas externas, orgulho, medo do fracasso - desaparece diante da morte, que só deixa aquilo que é importante. Lembrar de que você vai morrer é a melhor maneira que conheço de evitar armadilha de temer por aquilo que temos a perder. Não há motivo para não fazer o que dita o coração.
Cerca de um ano atrás, um exame revelou que eu tinha câncer. Uma ressonância às 7h30min mostrou claramente um tumor no meu pâncreas - e eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos me disseram que era uma forma de câncer quase certamente incurável, e que minha expectativa de vida era de três a seis meses. O médico me aconselhou a ir para casa e organizar meus negócios, o que é jargão médico para "prepare-se, você vai morrer".
Significa tentar dizer aos seus filhos em alguns meses tudo que você imaginava que teria anos para lhes ensinar. Significa garantir que tudo esteja organizado para que sua família sofra o mínimo possível. Significa se despedir.
Eu passei o dia todo vivendo com aquele diagnóstico. Na mesma noite, uma biópsia permitiu a retirada de algumas células do tumor. Eu estava anestesiado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células ao microscópio começaram a chorar, porque se tratava de uma forma muito rara de câncer pancreático, tratável por cirurgia. Fiz a cirurgia, e agora estou bem.
Nunca havia chegado tão perto da morte, e espero que mais algumas décadas passem sem que a situação se repita. Tendo vivido a situação, posso lhes dizer o que direi com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito útil mas puramente intelectual.
Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que desejam ir para o céu prefeririam não morrer para fazê-lo. Mas a morte é o destino comum a todos. Ninguém conseguiu escapar a ela. E é certo que seja assim, porque a morte talvez seja a maior invenção da vida. É o agente de mudanças da vida. Remove o velho e abre caminho para o novo. Hoje, vocês são o novo, mas com o tempo envelhecerão e serão removidos. Não quero ser dramático, mas é uma verdade.
O tempo de que vocês dispõem é limitado, e por isso não deveriam desperdiçá-lo vivendo a vida de outra pessoa. Não se deixem aprisionar por dogmas - isso significa viver sob os ditames do pensamento alheio. Não permitam que o ruído das outras vozes supere o sussurro de sua voz interior. E, acima de tudo, tenham a coragem de seguir seu coração e suas intuições, porque eles de alguma maneira já sabem o que vocês realmente desejam se tornar. Tudo mais é secundário.
Quando eu era jovem, havia uma publicação maravilhosa chamada The Whole Earth Catalog, uma das bíblias de minha geração. Foi criada por um sujeito chamado Stewart Brand, não longe daqui, em Menlo Park, e ele deu vida ao livro com um toque de poesia. Era o final dos anos 60, antes dos computadores pessoais e da editoração eletrônica, e por isso a produção era toda feita com máquinas de escrever, Polaroids e tesouras. Era como um Google em papel, 35 anos antes do Google - um projeto idealista e repleto de ferramentas e idéias magníficas.
Stewart e sua equipe publicaram diversas edições do The Whole Earth Catalog, e quando a idéia havia esgotado suas possibilidades, lançaram uma edição final. Estávamos na metade dos anos 70, e eu tinha a idade de vocês. Na quarta capa da edição final, havia uma foto de uma estrada rural em uma manhã, o tipo de estrada em que alguém gostaria de pegar carona. Abaixo da foto, estava escrito "Permaneçam famintos. Permaneçam tolos". Era a mensagem de despedida deles. Permaneçam famintos. Permaneçam tolos. Foi o que eu sempre desejei para mim mesmo. E é o que desejo a vocês em sua formatura e em seu novo começo.
Mantenham-se famintos. Mantenham-se tolos. Muito obrigado
"A Lei da mente é implacável; o que você pensa, você cria; o que você sente, você atrai; o que você acredita torna-se realidade!"
Tirar proveito de uma lição como esta é o que revitaliza nossas esperanças de um futuro melhor para Natividade, Rio de Janeiro, Brasil, Mundo...
Por Maxileandro França Lima, Diretor do Polo Cederj/UAB de Natividade.
"Lembrar de que você vai morrer é a melhor maneira que conheço de evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder".
Leia o discurso completo:
É preciso encontrar o que você ama"
"Estou honrado por estar aqui com vocês em sua formatura por uma das melhores universidades do mundo. Eu mesmo não concluí a faculdade. Para ser franco, jamais havia estado tão perto de uma formatura, até hoje. Pretendo lhes contar três histórias sobre a minha vida, agora. Só isso. Nada demais. Apenas três histórias.
A primeira é sobre ligar os pontos.
Eu larguei o Reed College depois de um semestre, mas continuei assistindo a algumas aulas por mais 18 meses, antes de desistir de vez. Por que eu desisti?
Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era jovem e não era casada; estava fazendo o doutorado, e decidiu que me ofereceria para adoção. Ela estava determinada a encontrar pais adotivos que tivessem educação superior, e por isso, quando nasci, as coisas estavam armadas de forma a que eu fosse adotado por um advogado e sua mulher. Mas eles terminaram por decidir que preferiam uma menina. Assim, meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam um telefonema em plena madrugada ¿"temos um menino inesperado aqui; vocês o querem?" Os dois responderam "claro que sim". Minha mãe biológica descobriu mais tarde que minha mãe adotiva não tinha diploma universitário e que meu pai nem mesmo tinha diploma de segundo grau. Por isso, se recusou a assinar o documento final de adoção durante alguns meses, e só mudou de idéia quando eles prometeram que eu faria um curso superior.
Assim, 17 anos mais tarde, foi o que fiz. Mas ingenuamente escolhi uma faculdade quase tão cara quanto Stanford, e por isso todas as economias dos meus pais, que não eram ricos, foram gastas para pagar meus estudos. Passados seis meses, eu não via valor em nada do que aprendia. Não sabia o que queria fazer da minha vida e não entendia como uma faculdade poderia me ajudar quanto a isso. E lá estava eu, gastando as economias de uma vida inteira. Por isso decidi desistir, confiando em que as coisas se ajeitariam. Admito que fiquei assustado, mas em retrospecto foi uma de minhas melhores decisões. Bastou largar o curso para que eu parasse de assistir às aulas chatas e só assistisse às que me interessavam.
Nem tudo era romântico. Eu não era aluno, e portanto não tinha quarto; dormia no chão dos quartos dos colegas; vendia garrafas vazias de refrigerante para conseguir dinheiro; e caminhava 11 quilômetros a cada noite de domingo porque um templo Hare Krishna oferecia uma refeição gratuita. Eu adorava minha vida, então. E boa parte daquilo em que tropecei seguindo minha curiosidade e intuição se provou valioso mais tarde. Vou oferecer um exemplo.
Na época, o Reed College talvez tivesse o melhor curso de caligrafia do país. Todos os cartazes e etiquetas do campus eram escritos em letra belíssima. Porque eu não tinha de assistir às aulas normais, decidi aprender caligrafia. Aprendi sobre tipos com e sem serifa, sobre as variações no espaço entre diferentes combinação de letras, sobre as características que definem a qualidade de uma tipografia. Era belo, histórico e sutilmente artístico de uma maneira inacessível à ciência. Fiquei fascinado.
Mas não havia nem esperança de aplicar aquilo em minha vida. No entanto, dez anos mais tarde, quando estávamos projetando o primeiro Macintosh, me lembrei de tudo aquilo. E o projeto do Mac incluía esse aprendizado. Foi o primeiro computador com uma bela tipografia. Sem aquele curso, o Mac não teria múltiplas fontes. E, porque o Windows era só uma cópia do Mac, talvez nenhum computador viesse a oferecê-las, sem aquele curso. É claro que conectar os pontos era impossível, na minha era de faculdade. Mas em retrospecto, dez anos mais tarde, tudo ficava bem claro.
Repito: os pontos só se conectam em retrospecto. Por isso, é preciso confiar em que estarão conectados, no futuro. É preciso confiar em algo - seu instinto, o destino, o karma. Não importa. Essa abordagem jamais me decepcionou, e mudou minha vida.
A segunda história é sobre amor e perda.
Tive sorte. Descobri o que amava bem cedo na vida. Woz e eu criamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhávamos muito, e em dez anos a empresa tinha crescido de duas pessoas e uma garagem a quatro mil pessoas e US$ 2 bilhões. Havíamos lançado nossa melhor criação - o Macintosh - um ano antes, e eu mal completara 30 anos.
Foi então que terminei despedido. Como alguém pode ser despedido da empresa que criou? Bem, à medida que a empresa crescia contratamos alguém supostamente muito talentoso para dirigir a Apple comigo, e por um ano as coisas foram bem. Mas nossas visões sobre o futuro começaram a divergir, e terminamos rompendo - mas o conselho ficou com ele. Por isso, aos 30 anos, eu estava desempregado. E de modo muito público. O foco de minha vida adulta havia desaparecido, e a dor foi devastadora.
Por alguns meses, eu não sabia o que fazer. Sentia que havia desapontado a geração anterior de empresários, derrubado o bastão que havia recebido. Desculpei-me diante de pessoas como David Packard e Rob Noyce. Meu fracasso foi muito divulgado, e pensei em sair do Vale do Silício. Mas logo percebi que eu amava o que fazia. O que acontecera na Apple não mudou esse amor. Apesar da rejeição, o amor permanecia, e por isso decidi recomeçar.
Não percebi, na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que poderia ter acontecido. O peso do sucesso foi substituído pela leveza do recomeço. Isso me libertou para um dos mais criativos períodos de minha vida.
Nos cinco anos seguintes, criei duas empresas, a NeXT e a Pixar, e me apaixonei por uma pessoa maravilhosa, que veio a ser minha mulher. A Pixar criou o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é hoje o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. E, estranhamente, a Apple comprou a NeXT, eu voltei à empresa e a tecnologia desenvolvida na NeXT é o cerne do atual renascimento da Apple. E eu e Laurene temos uma família maravilhosa.
Estou certo de que nada disso teria acontecido sem a demissão. O sabor do remédio era amargo, mas creio que o paciente precisava dele. Quando a vida jogar pedras, não se deixem abalar. Estou certo de que meu amor pelo que fazia é que me manteve ativo. É preciso encontrar aquilo que vocês amam - e isso se aplica ao trabalho tanto quanto à vida afetiva. Seu trabalho terá parte importante em sua vida, e a única maneira de sentir satisfação completa é amar o que vocês fazem. Caso ainda não tenham encontrado, continuem procurando. Não se acomodem. Como é comum nos assuntos do coração, quando encontrarem, vocês saberão. Tudo vai melhorar, com o tempo. Continuem procurando. Não se acomodem.
Minha terceira história é sobre morte.
Quando eu tinha 17 anos, li uma citação que dizia algo como "se você viver cada dia como se fosse o último, um dia terá razão". Isso me impressionou, e nos 33 anos transcorridos sempre me olho no espelho pela manhã e pergunto, se hoje fosse o último dia de minha vida, eu desejaria mesmo estar fazendo o que faço? E se a resposta for "não" por muitos dias consecutivos, é preciso mudar alguma coisa.
Lembrar de que em breve estarei morto é a melhor ferramenta que encontrei para me ajudar a fazer as grandes escolhas da vida. Porque quase tudo - expectativas externas, orgulho, medo do fracasso - desaparece diante da morte, que só deixa aquilo que é importante. Lembrar de que você vai morrer é a melhor maneira que conheço de evitar armadilha de temer por aquilo que temos a perder. Não há motivo para não fazer o que dita o coração.
Cerca de um ano atrás, um exame revelou que eu tinha câncer. Uma ressonância às 7h30min mostrou claramente um tumor no meu pâncreas - e eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos me disseram que era uma forma de câncer quase certamente incurável, e que minha expectativa de vida era de três a seis meses. O médico me aconselhou a ir para casa e organizar meus negócios, o que é jargão médico para "prepare-se, você vai morrer".
Significa tentar dizer aos seus filhos em alguns meses tudo que você imaginava que teria anos para lhes ensinar. Significa garantir que tudo esteja organizado para que sua família sofra o mínimo possível. Significa se despedir.
Eu passei o dia todo vivendo com aquele diagnóstico. Na mesma noite, uma biópsia permitiu a retirada de algumas células do tumor. Eu estava anestesiado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células ao microscópio começaram a chorar, porque se tratava de uma forma muito rara de câncer pancreático, tratável por cirurgia. Fiz a cirurgia, e agora estou bem.
Nunca havia chegado tão perto da morte, e espero que mais algumas décadas passem sem que a situação se repita. Tendo vivido a situação, posso lhes dizer o que direi com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito útil mas puramente intelectual.
Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que desejam ir para o céu prefeririam não morrer para fazê-lo. Mas a morte é o destino comum a todos. Ninguém conseguiu escapar a ela. E é certo que seja assim, porque a morte talvez seja a maior invenção da vida. É o agente de mudanças da vida. Remove o velho e abre caminho para o novo. Hoje, vocês são o novo, mas com o tempo envelhecerão e serão removidos. Não quero ser dramático, mas é uma verdade.
O tempo de que vocês dispõem é limitado, e por isso não deveriam desperdiçá-lo vivendo a vida de outra pessoa. Não se deixem aprisionar por dogmas - isso significa viver sob os ditames do pensamento alheio. Não permitam que o ruído das outras vozes supere o sussurro de sua voz interior. E, acima de tudo, tenham a coragem de seguir seu coração e suas intuições, porque eles de alguma maneira já sabem o que vocês realmente desejam se tornar. Tudo mais é secundário.
Quando eu era jovem, havia uma publicação maravilhosa chamada The Whole Earth Catalog, uma das bíblias de minha geração. Foi criada por um sujeito chamado Stewart Brand, não longe daqui, em Menlo Park, e ele deu vida ao livro com um toque de poesia. Era o final dos anos 60, antes dos computadores pessoais e da editoração eletrônica, e por isso a produção era toda feita com máquinas de escrever, Polaroids e tesouras. Era como um Google em papel, 35 anos antes do Google - um projeto idealista e repleto de ferramentas e idéias magníficas.
Stewart e sua equipe publicaram diversas edições do The Whole Earth Catalog, e quando a idéia havia esgotado suas possibilidades, lançaram uma edição final. Estávamos na metade dos anos 70, e eu tinha a idade de vocês. Na quarta capa da edição final, havia uma foto de uma estrada rural em uma manhã, o tipo de estrada em que alguém gostaria de pegar carona. Abaixo da foto, estava escrito "Permaneçam famintos. Permaneçam tolos". Era a mensagem de despedida deles. Permaneçam famintos. Permaneçam tolos. Foi o que eu sempre desejei para mim mesmo. E é o que desejo a vocês em sua formatura e em seu novo começo.
Mantenham-se famintos. Mantenham-se tolos. Muito obrigado
"A Lei da mente é implacável; o que você pensa, você cria; o que você sente, você atrai; o que você acredita torna-se realidade!"
Tirar proveito de uma lição como esta é o que revitaliza nossas esperanças de um futuro melhor para Natividade, Rio de Janeiro, Brasil, Mundo...
Por Maxileandro França Lima, Diretor do Polo Cederj/UAB de Natividade.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
"Um Dia "Daqueles"
"Um Dia "Daqueles"
Todo mundo tem um dia "daqueles".
São dias miseráveis, quando você se sente um lixo, sem ânimo para nada, sozinho no mundo e literalmente "acabado".
São dias em que você se sente minúsculo, insignificante, e tudo parece fora do alcance.
Você não consegue levantar naaada.
Começar qualquer coisa parece impossível.
Em dias assim, você pode se tornar paranóico, achando que todo mundo está a fim de te pegar.
Você se sente frustrado e ansioso, com gana de roer as unhas, o que pode, num piscar de olhos, transformar-se na incontrolável compulsão de devorar um bolo de chocolate inteirinho.
Num dia "daqueles", você se sente mergulhado num oceano de tristeza.
Você fica a ponto de se derreter em lágrimas, sem ao menos saber por quê.
Você se sente como se stivesse perambulando pela vida sem propósito.
Você nem sabe quanto tempo mais dá para se segurar.
Dá até vontade de gritar:
"Vamos, acabem logo com isto!"
E nem precisa muito para começar um dia "daqueles".
Talvez você acorde sentindo que sua cara não está das melhores, descubra algumas novas rugas, que ganhou uns quilinhos a mais, ou que nasceu "aquela"espinha no nariz.
Você pode se esquecer do aniversário de sua namorada ou ver que alguém tirou sua foto com cara de bobo.
Você pode ser descartado, abandonado ou despedido, fazer papel de idiota em público, receber um apelido constrangedor, ou simplesmente levar uma "lavada" de alguém.
Talvez o seu trabalho seja um espeto...
Você pode estar sendo pressionado a preencher a vaga de outra pessoa, seu chefe pode estar de olho em você e todo mundo no escritório está te deixando doido.
Você pode acabar com uma tremenda dor de cabeça, uma hérnia de disco, mau hálito, dor de dente, gases, boca seca, ou uma maldita unha encravada!
Qualquer que seja a razão. você acaba convencido de que alguém lá em cima não vai com a sua cara...
Ai, o que fazer? O que fazeeeer?
Bom, se você é como todo mundo, pode se agarrar à crença idiota de que tudo há de dar certo no fim.
Daí, você vai passar o resto da vida olhando por cima do ombro à espera da próxima cilada que o destino está reservando para você.
Vai se tornar cínico e rabugento, ou uma vítima chorona e patética...
E a coisa vai parar por aí, até você se sentir deprimido, com vontade de deitar-se e implorar para que a terra o engula de uma vez.
Ou, o que é pior, achar que não dá mais pra tocar em frente.
Isso é uma loucura, porque só se é jovem uma vez e não se fica velho duas vezes.
Quem pode dizer quais as coisas fantásticas que estão logo ali, no virar da esquina?
Afinal de contas, o mundo está cheio de descobertas surpreendentes, coisas que você nem imagina!
Há perfumes deliciosos e apetitosas refeições a dividir!
Você pode até tornar-se fabulosamente rico e um dia até uma enorme superestrela!
Parece bom, não é?
Mas espere, tem mais!
Há reviravoltas na vida, brincadeiras, ioga, karaoquê e danças malucas, selvagens...
Mas o melhor de tudo é que há romance.
O que pode significar olhares sonhadores, besteirinhas sussurradas ao ouvido, chamegos, beijocas, mais beijocas e ainda mais beijocas, até uma ou outra mordidinha de amor.
Bom, daí, tudo pode rolar...
E o que é preciso fazer para você se sentir como se estivesse mergulhado numa deliciosa banheira de espuma?
É fácil!
Em primeiro lugar, pare de se esconder pelos cantos.
É hora de ir à luta!
Relaxe...inspire e solte o ar lentamente pela boca.
Tente meditar.
Ou saia para um passeio para refrescar a cabeça.
Aceite o fato que você vai ter de deixar para trás uma certa carga emocional...
Tente ver as coisas de outro ângulo.
Talvez um pouco da culpa seja sua. Se for esse o caso, tenha a coragem de pedir desculpas.
Nunca é tarde para isso.
Se alguém estiver pisando na bola, levante a cabeça e diga:
"Isso está errado e eu não vou engolir!"
É bom ser enérgico de vez em quando.
mas pegue leve.
Nem sempre é bom botar pra quebrar.
Orgulhe-se de ser como você é, mas nunca perca a capacidade de rir de si mesmo.
Não exite em abocanhar mais do que você pode.
Assuma riscos.
Jamais recue.
Meta as caras!
Vá em frente!
Afinal de contas, a vida não é uma loucura?
Bom, pelo menos é isso que eu acho.
Publicada por amo a poesia em Quinta-feira, Setembro 18, 2008
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Esta foto foi publicada no Jornal Extra no dia 26 de junho de 2011 junto com outras três sobre o mesmo tema na coluna: SEM PALAVRAS, uma história contada com imagens clicadas por mim. Haja coragem!!! não a minha é claro!!!
Autor Bradley Trevor Greive
Todo mundo tem um dia "daqueles".
São dias miseráveis, quando você se sente um lixo, sem ânimo para nada, sozinho no mundo e literalmente "acabado".
São dias em que você se sente minúsculo, insignificante, e tudo parece fora do alcance.
Você não consegue levantar naaada.
Começar qualquer coisa parece impossível.
Em dias assim, você pode se tornar paranóico, achando que todo mundo está a fim de te pegar.
Você se sente frustrado e ansioso, com gana de roer as unhas, o que pode, num piscar de olhos, transformar-se na incontrolável compulsão de devorar um bolo de chocolate inteirinho.
Num dia "daqueles", você se sente mergulhado num oceano de tristeza.
Você fica a ponto de se derreter em lágrimas, sem ao menos saber por quê.
Você se sente como se stivesse perambulando pela vida sem propósito.
Você nem sabe quanto tempo mais dá para se segurar.
Dá até vontade de gritar:
"Vamos, acabem logo com isto!"
E nem precisa muito para começar um dia "daqueles".
Talvez você acorde sentindo que sua cara não está das melhores, descubra algumas novas rugas, que ganhou uns quilinhos a mais, ou que nasceu "aquela"espinha no nariz.
Você pode se esquecer do aniversário de sua namorada ou ver que alguém tirou sua foto com cara de bobo.
Você pode ser descartado, abandonado ou despedido, fazer papel de idiota em público, receber um apelido constrangedor, ou simplesmente levar uma "lavada" de alguém.
Talvez o seu trabalho seja um espeto...
Você pode estar sendo pressionado a preencher a vaga de outra pessoa, seu chefe pode estar de olho em você e todo mundo no escritório está te deixando doido.
Você pode acabar com uma tremenda dor de cabeça, uma hérnia de disco, mau hálito, dor de dente, gases, boca seca, ou uma maldita unha encravada!
Qualquer que seja a razão. você acaba convencido de que alguém lá em cima não vai com a sua cara...
Ai, o que fazer? O que fazeeeer?
Bom, se você é como todo mundo, pode se agarrar à crença idiota de que tudo há de dar certo no fim.
Daí, você vai passar o resto da vida olhando por cima do ombro à espera da próxima cilada que o destino está reservando para você.
Vai se tornar cínico e rabugento, ou uma vítima chorona e patética...
E a coisa vai parar por aí, até você se sentir deprimido, com vontade de deitar-se e implorar para que a terra o engula de uma vez.
Ou, o que é pior, achar que não dá mais pra tocar em frente.
Isso é uma loucura, porque só se é jovem uma vez e não se fica velho duas vezes.
Quem pode dizer quais as coisas fantásticas que estão logo ali, no virar da esquina?
Afinal de contas, o mundo está cheio de descobertas surpreendentes, coisas que você nem imagina!
Há perfumes deliciosos e apetitosas refeições a dividir!
Você pode até tornar-se fabulosamente rico e um dia até uma enorme superestrela!
Parece bom, não é?
Mas espere, tem mais!
Há reviravoltas na vida, brincadeiras, ioga, karaoquê e danças malucas, selvagens...
Mas o melhor de tudo é que há romance.
O que pode significar olhares sonhadores, besteirinhas sussurradas ao ouvido, chamegos, beijocas, mais beijocas e ainda mais beijocas, até uma ou outra mordidinha de amor.
Bom, daí, tudo pode rolar...
E o que é preciso fazer para você se sentir como se estivesse mergulhado numa deliciosa banheira de espuma?
É fácil!
Em primeiro lugar, pare de se esconder pelos cantos.
É hora de ir à luta!
Relaxe...inspire e solte o ar lentamente pela boca.
Tente meditar.
Ou saia para um passeio para refrescar a cabeça.
Aceite o fato que você vai ter de deixar para trás uma certa carga emocional...
Tente ver as coisas de outro ângulo.
Talvez um pouco da culpa seja sua. Se for esse o caso, tenha a coragem de pedir desculpas.
Nunca é tarde para isso.
Se alguém estiver pisando na bola, levante a cabeça e diga:
"Isso está errado e eu não vou engolir!"
É bom ser enérgico de vez em quando.
mas pegue leve.
Nem sempre é bom botar pra quebrar.
Orgulhe-se de ser como você é, mas nunca perca a capacidade de rir de si mesmo.
Não exite em abocanhar mais do que você pode.
Assuma riscos.
Jamais recue.
Meta as caras!
Vá em frente!
Afinal de contas, a vida não é uma loucura?
Bom, pelo menos é isso que eu acho.
Publicada por amo a poesia em Quinta-feira, Setembro 18, 2008
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Esta foto foi publicada no Jornal Extra no dia 26 de junho de 2011 junto com outras três sobre o mesmo tema na coluna: SEM PALAVRAS, uma história contada com imagens clicadas por mim. Haja coragem!!! não a minha é claro!!!
Autor Bradley Trevor Greive
— em Natividade, Jorjão da Defesa Civil fotografado por Maxileandro França LIma.
| Poda das Palmeiras da praça Ferreira Rabello pelo funcionário da Defesa Civil de Natividade |
| Jorjão, além de um grande atleta é um homem corajoso. |
| Estas quatro fotos foram publicadas no Jornal Extra na coluna: SEM PALAVRAS |
| Que tal narrar a sua história? |
domingo, 29 de janeiro de 2012
O DONO - SHMUEL LEMLE
PARA UMA BREVE E IMPORTANTE REFLEXÃO
Nossa vida é uma luta constante contra o nosso ego. Quando atendemos a todos os desejos de nosso ego nos afastamos da verdadeira satisfação da vida. Podemos obter prazer imediato, mas em algum momento virá o preço. Para o ego, felicidade é quando todos os seus desejos são realizados. Para a alma, felicidade é quando nos aproximamos da Luz do Criador, mesmo que isto signifique enfrentar um desconforto momentâneo. O ego sempre tenta nos afastar da luz. Por exemplo, quando uma pessoa consegue fama ou sucesso, está exposta a mais Luz. Está correndo o perigo de ser dominada pela vaidade e acabar se machucando por causa disso. Como a pupila do olho que diminui quando há muita luz, quanto maior o sucesso de uma pessoa, mais ela precisa diminuir seu ego, para não ser controlada ou destruída por ele.
O JARDIM DA VIDA - PAULO COELHO
"Dai ao tolo mil inteligências, e ele não quererá senão a tua", diz o antigo provérbio árabe. Começamos a plantar o jardim da nossa vida e, quando olhamos para o lado, reparamos que o vizinho está ali, espiando. Ele é incapaz de fazer quaquer coisa, mas gosta de dar palpites sobre como semeamos nossas ações, plantamos nossos pensamentos, regamos nossas conquistas. Se dermos atenção ao que ele está dizendo, terminaremos trabalhando para ele, e o jardim de nossa vida será idéia do vizinho. Terminaremos esquecendo a terra cultivada com tanto suor, fertilizda por tantas bênçãos. Esqueceremos que cada centímetro de terra tem seus mistérios, e que só a mão paciente de um jardineiro é capaz de decifrar. Não iremos mais prestar atenção ao sol, à chuva, e às estações do ano, ficaremos apenas concentrados naquela cabeça que nos espia por cima da cerca. "O tolo que adora dar palpites sobre o nosso jardim jamais cuida de suas próprias plantas".
Fotos: Maxileandro, minha nova paixão.
sábado, 28 de janeiro de 2012
AULA INAUGURAL 2012.1 PEDAGOGIA POLO CEDERJ/UAB NATIVIDADE
A nova turma de Pedagogia da UNIRIO do Polo Cederj/UAB de Natividade está bastante motivada. Um grande abraço a todos.
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